Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Maternidade de Chaves

Ministra da Saúde não vai reabrir Maternidade em Chaves
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O Ministério da Saúde não vai reabrir nenhum dos serviços encerrados no Distrito de Vila Real, de acordo com a resposta do gabinete da ministra Ana Jorge, divulgada ontem, a uma pergunta de um parlamentar transmontano.
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O Ministério não pretende reabrir nem a maternidade de Chaves, nem a urgência do hospital de Peso da Régua, de acordo com a resposta dada ao deputado do PSD por Vila Real Ricardo Martins e divulgada pelo mesmo.
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O parlamentar ficou a saber que “o Ministério da Saúde não pretende revogar os despachos sobre a requalificação dos serviços no Distrito de Vila Real”. “Pretende sim, acompanhar e fazer a monitorização da situação relativa aos centros de saúde que viram alterados os horários de funcionamento”, refere a tutela.
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À pergunta do deputado sobre a reabertura dos serviços, o Ministério esclarece que o despacho que determina os pontos da rede de referenciação de urgência/emergência não define qualquer serviço de urgência para a unidade hospitalar de Peso da Régua.
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Por último, o Ministério da Saúde não tem intenção de reabrir a sala de partos da unidade hospitalar de Chaves, em função dos dados actualmente disponíveis”, lê-se na resposta do gabinete da ministra Ana Jorge.
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Parecer de "O Flaviense": - Notifique-se a Autarquia e o PSD.
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[Diário de Trás os Montes] – [PARLAMENTO]
publicado por Flaviense às 19:51
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Hospital Distrital de Chaves

CAPITULO I
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Câmara não se demite
O Executivo do PSD na Câmara de Chaves recusou, em reunião extraordinária, juntar-se aos vereadores do PS na ameaça de pedir demissão caso se concretiza-se a desqualificação da urgência do Hospital de Chaves.
O presidente da Câmara de Chaves, João Batista, acrescentou ainda que não avançavam com qualquer acção de protesto enquanto não obtivessem do ministro da Saúde uma resposta sobre se irá haver ou não desqualificação.
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Documento em defesa da Urgência de Chaves
No dia 12 de Fevereiro, reuniram, no Auditório Municipal de Chaves, as forças vivas do concelho, onde estiveram presentes 121 entidades: Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia, Instituições e Serviços, Colectividades, Associações, Sindicatos, entre outras.
A VOZ DE CHAVES
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O grupo representativo das 121 entidades reuniu, novamente, no dia 13, e, nesta reunião, decidiu-se que, no dia 21 de Fevereiro de 2007, quarta-feira, entre as 10h00 e as 13h00, haveria acções que envolverão toda a população em defesa da manutenção e reforço dos serviços de urgência e das diversas valências do nosso Hospital.
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Apesar de ter afirmado que “não avançavam com qualquer acção de protesto”, leia-se “Manifestação”, o presidente da Câmara de Chaves, João Batista, viu-se ultrapassado e encurralado perante as posições assumidas, pelas “forças vivas” do concelho. Para não ser considerado uma “força morta” lá teve, a contra-gosto, de apanhar o comboio da “Manifestação”.
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Presidente da Câmara Municipal de Chaves Não Convida PS
Nota de Imprensa
O Partido Socialista de Chaves tomou conhecimento, pela comunicação social, que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Chaves convocou/convidou as “forças vivas do concelho” para uma reunião no auditório do GATAT, pelas 21:00 horas, do dia 12 de Fevereiro, que teve como tema central a discussão da proposta de desqualificação das urgências médico-cirúrgicas do Hospital Distrital de Chaves.
É de lamentar que nem a estrutura dirigente do Partido Socialista de Chaves, nem os Vereadores e Deputados Municipais eleitos desta força partidária, tenham sido convidados para essa reunião, negando-lhes, assim, o direito e o dever de darem o seu contributo em prol da defesa do Hospital Distrital de Chaves.
Não podemos, nesta causa de interesse supra partidário, pois é do acesso a cuidados de saúde que estamos a falar, deixar de protestar veementemente pela falta de consideração pelos eleitos locais e do atentado às regras da representatividade democrática manifestada pelo Senhor Presidente da Câmara de Chaves.
No entanto, o Partido Socialista de Chaves e todos os seus eleitos reiteram a total e absoluta entrega a esta causa pública e assumem de forma intransigente, até às últimas consequências políticas, a defesa da urgência médico-cirúrgica do Hospital Distrital de Chaves, aliás como o têm estado a fazer desde a primeira hora.
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21/02/2007
Milhares de pessoas pronunciaram-se contra a proposta de desqualificação do serviço de Urgências do Hospital Distrital de Chaves.
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À hora marcada, 10 horas, do dia 21 de Fevereiro, o Largo General Silveira, mais conhecido por Largo das freiras, estava repleto de manifestantes.

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Aos autarcas de Chaves, Montalegre e Valpaços, juntaram-se, mais tarde, os autarcas de Ribeira de Pena e de Vila Pouca de Aguiar.

Para Fernando Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Montalegre e o único autarca socialista do Alto Tâmega, “esta é uma manifestação que nada tem a ver com partidos políticos“.

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Mas mesmo assim, com o seu sentido oportunista, o autarca flaviense João Batista, na hora de administrar Discurso, aproveitou para capitalizar dividendos.

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"The Show Must Go On".

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Urgência Médico-Cirúrgica SIM
É o MÍNIMO da ACEITAÇÃO
(A Maternidade Não Era Posta em Causa pela Autarquia)
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A manifestação, que reuniu milhares de pessoas dos concelhos de Chaves (PSD), Montalegre (PS), Boticas (PSD), Ribeira de Pena (PSD-CDS/PP), Valpaços (PSD) e Vila Pouca de Aguiar (PSD-CDS/PP), começou com duas marchas lentas a partir do centro de Chaves e de Vila Pouca de Aguiar até à fronteira de Vila Verde da Raia, onde cerca do meio-dia foi bloqueada a passagem de veículos na rotunda que dá acesso à A24 e à fronteira com Espanha, o que originou o congestionamento do trânsito, provocando filas de vários quilómetros.
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Os ânimos chegaram a exaltar-se, pois os interesses dos manifestantes colidiam com os interesses de alguns automobilistas. As marchas chegaram a formar filas de cerca de 18 quilómetros na Estrada Nacional 2, de cerca de 14 quilómetros na auto-estrada A24 e de 15 quilómetros já em território espanhol. Às centenas de automóveis juntaram-se cerca de 20 carros de bombeiros, com as sirenes ligadas, das nove corporações do Alto Tâmega.

 

publicado por Flaviense às 10:03
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Sábado, 8 de Março de 2008

Hospital Distrital de Chaves

Prefacio
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A reestruturação da Rede de Urgências e o fim da Maternidade de Chaves, não apareceu de repente por acção e graça do Divino Espírito Santo. Começou no ano de 1996.
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Historial
1996Plano de Reestruturação das Urgências.
2001Rede de Referenciação de Urgência/Emergência.
2002Despacho 11/2002 –Define o Serviço de Urgência.
2005/6Parecer da Direcção Geral de Saúde.
2005/6Pareceres das Administrações Regionais de Saúde.
2006Parecer da Comissão Técnica.
2006Proposta de revisão da Rede de Urgências.
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Proposta da Rede de Serviços de Urgência – Documento para Audição Publica intensamente participado desde a apresentação da primeira versão da proposta, em Setembro de 2006, tendo sido objecto de apreciação por um número elevado de Autarquias, Instituições, Partidos Políticos e Cidadãos.
A Comissão Técnica iniciou os seus trabalhos em Julho de 2006 e em Setembro de 2006, apresentou a sua Proposta de Rede de Serviços de Urgência. Relativamente a esta realizou-se uma audição pública durante os meses de Outubro e Novembro de 2006, da qual resultou o actual Relatório/Proposta Final da Rede de Serviços de Urgência.
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Durante estes anos o que andou a fazer o Município de Chaves?
A assobiar para o lado?
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Lamentavelmente em vez de defenderem os interesses da Autarquia ou prestigiarem o órgão autárquico a que pertencem, os autarcas andavam entretidos na destruição da memória colectiva dos Flavienses; elaboração de Projectos e ante-projectos, que nunca foram executados; assinatura de protocolos e mais protocolos sem interesse; a posar para o boneco, em todo sitio onde aparecia a comunicação Social; a gabar-se de que tinham os melhores chouriços, pastéis e folar do mundo.
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O verdadeiro sistema, o conjunto de indivíduos que detiveram o poder, nestes últimos anos, usaram-no de forma consertada de modo a alargarem a sua base de poder e obterem os dividendos desse mesmo poder.
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Na Assembleia Municipal de Chaves realizada em Setembro de 2006, o Dr. Manuel Cunha da CDU alertou para o perigo que se avizinhava. Apresentou uma proposta contra a integração do Hospital de Chaves no novo Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, com sede em Vila Real, a partir de 1 de Janeiro de 2007.
A proposta foi rejeitada com 2 votos a favor da CDU, 5 contra do PSD e os restantes elementos do PS e PSD a absterem-se.
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Não estando o processo terminado, nem havendo uma decisão sobre as valências que permanecerão no Hospital Distrital de Chaves, a integração do Hospital Distrital de Chaves no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, que estava agendada para o dia 1 de Janeiro de 2007, foi entretanto adiada.
A deputada Paula Barros referiu na ocasião: “A permanência da Urgência Médico-Cirúrgica é fundamental para o Hospital de Chaves, pelo que tudo farei para que tal aconteça”.
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Desqualificação da Urgência do Hospital de Chaves
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No dia 2 de Fevereiro de 2007 foi tornado publico o relatório final da Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências que estudou a reorganização dos pontos de rede a considerar na Rede das Urgências em Portugal.
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De acordo com esse relatório o Serviço de Urgências do Hospital Distrital de Chaves (HDC) seria desclassificado, cessando a actual categoria de Serviço de Urgência Médico-cirúrgica (SUMC) para passar a categoria de Serviço de Urgência Básico (SUB), (dois médicos e dois enfermeiros), o nível mais baixo em termos de serviço de urgências, o que provocaria a perda de valências e de serviços.
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Ao contrário dos resultados preliminares do estudo, o trabalho final, tornado público, apontava para a desqualificação da urgência do Hospital de Chaves, assim que estivessem concluídas as acessibilidades (que embora não estivesse especificado se presumia que seria a conclusão da A24, prevista para Julho desse ano).
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Ver a informação do Portal do Governo
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O rastilho estava ateado.

A possibilidade de o Hospital de Chaves ver o actual serviço de Urgência Médico-cirúrgica transformado numa Urgência Básica, se o ministro acolhe-se a proposta da comissão técnica que esteve a trabalhar sobre a reordenação da rede de urgências, provocou uma onda de indignação:

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A deputada à AR, eleita por Vila Real, Paula Barros, convocou os meios de comunicação da região e anunciou que já tinha pedido uma reunião com o ministro da Saúde, no sentido de o “sensibilizar” para a necessidade de manter a actual classificação, tendo em conta a “realidade específica da região”.

O PS de Chaves também chamou os jornalistas. Em frente ao serviço de Urgências do Hospital, ameaçaram demitir-se de todos os cargos para que foram eleitos, caso o ministro acolhe-se a decisão dos técnicos. Um dia depois da enérgica tomada de posição do PS, os autarcas do Alto Tâmega e Barroso mostrarem, em conjunto, e perante os jornalistas, a sua indignação face à proposta.

No dia 13 de Fevereiro de 2007 a Comissão Concelhia de Chaves do Partido Comunista Português, emite um comunicado.

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Ver Na:    

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Os profissionais do serviço de Urgências do Hospital de Chaves também mostraram a sua indignação, sobretudo, por causa da passividade política, que acusam de reacções tardias.

Já há muito tempo que as estávamos a perder valências. Era, nessa altura, que se deveria ter aberto os olhos, tanto a população, como as entidades,” frisou o Enfermeiro Rui Carvalho. deixando um forte “recado” a todos quantos ocupavam cargos políticos: “Os políticos e todos quantos ocupam cargos políticos, nesta cidade e na região, se tanto querem lutar pelo hospital que se demitam de funções”.

O enfermeiro não ficou por aqui e apontou o dedo aos que, na sua opinião, têm grandes responsabilidades em tudo o que tem acontecido “Deixo o alerta às pessoas que governaram este hospital: metam a mão na consciência pelo que foi feito e o porquê de se estar a perder valências, dia após dia. Primeiro foi o Otorrino que se perdeu, depois a Orologia, de seguida a Cardiologia e a Pediatria só funciona aos dias de semana. Porque será que isto está acontecer?”

O Enfermeiro Jorge Cunha comungou da mesma opinião do seu colega, mas, ao contrário daquele, não se mostrou surpreendido. “Sinceramente, não me surpreende, pois, por parte do poder político do Alto Tâmega, nunca vi tomar posições e só depois das decisões terem sido tomadas é que se lembraram. Se os políticos foram eleitos pelo povo para defenderem os seus interesses estava na altura de o fazerem”.

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Governador Civil apelou à calma .

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Nessa altura ainda ninguém falava ou se preocupava com o Encerramento da Maternidade do Hospital Distrital de Chaves.

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publicado por Flaviense às 15:05
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Terça-feira, 4 de Março de 2008

Manobras de Diversão

Quem está a tentar fazer dos Flavienses estúpidos?

 

Durante este último ano, muito se falou e escreveu sobre as causas do encerramento da Maternidade do Hospital de Chaves.

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Hospital Distrital de Chaves iniciou a sua actividade em 1983

 

Afinal… de quem é a culpa?

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O Município de Chaves dito “Defensor dos Direitos dos seus Munícipes”, aldraba, destrata, finge e, por último, sacode a água do roto capote.

O Município de Chaves, dito “Defensor dos Direitos dos seus Munícipes”, nem se digna a um decente e proporcional “máxima culpa”.

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A falta de decência do presidente da Câmara, João Batista, não pode fazer esquecer a indecência do ex-ministro da Saúde, do presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro - Carlos Vaz, da Comissão de Defesa do Hospital de Chaves, do Dr. Alexandre (Obstetra), e da Autarquia Flaviense. Esta será responsável em última instância pela aldrabice, mas é responsável de primeira linha pelo fugidio e desproporcional lavar de cara, deixando as remelas.

*

Para os mais distraídos “O Flaviense” irá publicar, nos próximos dias, todos os Capítulos referentes ao encerramento, esvaziamento e desmantelamento das valências do Hospital de Chaves em prol do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro. Será apresentada documentação, entrevistas e declarações de todas as entidades e Partidos Políticos envolvidas neste processo, refutando mas também denunciando todo o tipo de omissões e aldrabices dos intervenientes.

*

Há neste processo muitas coisas que todos os intervenientes, com diferentes níveis de interesse e de influência sobre a questão, especialmente o presidente da Autarquia João Batista, têm de explicar aos flavienses.

publicado por Flaviense às 10:52
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Domingo, 2 de Março de 2008

Providência Cautelar

Definição:
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Processo judicial instaurado como preliminar a uma acção, ou na pendência desta, como seu incidente, destinado a prevenir ou afastar o perigo resultante da demora a que está sujeito o processo principal.
Através de uma indagação rápida e sumária, o juiz assegura da plausibilidade da existência do direito do requerente emite uma decisão de carácter provisório, destinada a produzir efeitos até ao momento em que se forma a decisão definitiva.
*
Assim, a sua finalidade é de impedir a consecução do ato, ou de seus efeitos, ou afastar a omissão consoante a tradução da natureza da ilegalidade, do abuso de poder, da lesão ao património publico, etc.
*
Essa provisão judicial possui carácter de Emergência, traduzindo-se em solução acauteladora de um possível direito agravado no instante do ajuizamento da respectiva acção, ou ameaçado com esse agravo, o que em ambos os casos poderá impor prejuízo irrecuperável se não for assegurado de Imediato, tornando inócua a concessão da segurança desejada, a efectiva repressão a danos ao meio ambiente, lesões ao património público ou a qualquer outro tipo de tutela vindicada, demonstrando-se, por efeito tardio qualquer provimento judicial meritório, tendente ao reconhecimento de direito já impossível de ser exercido, quer parcial ou totalmente.
*
Diz ainda o Código de Processo nos Tribunais Administrativos, no Artigo 113.º:
2O processo cautelar é um processo Urgente e tem tramitação autónoma em relação ao processo principal, sendo apensado a este.
*
Por tudo isto pode-se considerar que a Providência Cautelar contra o encerramento da Maternidade (27 de Dezembro de 2007), apresentada no dia 25 de Fevereiro de 2008 pelo Município de Chaves, é extemporânea.
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Devia ter sido interposta em princípios de Dezembro de 2007, quando se soube (Foi amplamente divulgado por toda a Comunicação Social), que a Maternidade iria ser encerrada a finais desse mesmo mês. Pergunte-se ao Sr. João Batista porque apenas o fez dois meses depois do seu encerramento?
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No local onde estava a funcionar a Maternidade, foi já instalada a Cirurgia de Ambulatório e não é plausível acreditar, que se vá novamente desmantelar este serviço (Cirurgia de Ambulatório), para reinstalar novamente a Maternidade.
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É uma Arteirice do Sr. João Batista, que esta a tentar fazer dos Flavienses burros.
publicado por Flaviense às 01:07
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Aldraba e Aldrava

Até há uns dias nunca tinha pensado na etimologia das palavras – para mim ambas (Aldrava sinónimo de Aldraba), tinham as mesmas funções – Utilizávamos as aldrabas “peça de ferro ou bronze, em forma de argola ou martelo, para bater, abrir ou fechar portas.”

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Mas pelos vistos a significância não é assim tão linear:

No “Vocabulário Português de Origem Árabe”, diz que a palavra Aldrava (Aldraba) vem do árabe «Ad-Dabbã» e define-a como “trinco, lingueta, ferrolho.”

No Dicionário, encontramos esta caracterização: “tranqueta de ferro com que se fecha a porta; peça metálica para bater às portas.

– Segunda pessoa do singular do imperativo do verbo aldrabar.

– Terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo aldrabar.

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Posto isto, e pondo de lado o ponto de vista técnico, em Chaves ainda existem alguns exemplares de Aldrabas ou Aldravas, conforme a imagem que aqui apresento.

Deixo ao critério de cada um a designação ou definição a aplicar a cada uma delas.

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publicado por Flaviense às 13:45
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Providência cautelar

Maternidade Cap. XIIIversículo III
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No dia 25 de Fevereiro, foi posto em cena, mais um Capitulo da novela “Maternidade de Chaves”.
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Versículo I
Aquando o encerramento da Maternidade de Chaves, no dia 27 de Dezembro de 2007, o presidente da Câmara de Chaves, o social-democrata João Baptista, afirmou em declarações à Lusa e a :
Uma providência cautelar dará entrada no Tribunal Administrativo Fiscal de Mirandela – logo nos primeiros dias de 2008”, visando a reabertura do bloco de partos do hospital local.
*
Versículo II
Com o passar dos dias e perante o silêncio e o desinteresse patente da autarquia, os Flavienses questionaram, de diversas formas, o presidente da Câmara de Chaves, sobre o atraso e a falta de cumprimento de mais uma promessa assumida pelo mesmo.
O PSD, convocou a imprensa local, tentando justificar a posição que o PSD sempre teve sobre o Hospital e a dar resposta às varias criticas que lhe eram atiradas. No meio da argumentação, falaram em “boatos de café” e a ataques anónimos., que tinham como uma obsessão única, atacar a Câmara de maioria PSD e o presidente da Câmara.
A apresentação da providência cautelar foi, entretanto, adiada para o dia 28 de Janeiro de 2008
*
Versículo III
Estes dois meses, foram passados, a atirar pedras aos telhados alheios, quer por intermédio dos meios controlados pelo seu “Assessor de Imprensa”, quer pelos cronistas de “Opinião”.
Fruto das posições públicas e perante a contínua pressão da opinião publica a que se somou “Alguma” Imprensa Local, o presidente do Município, João Baptista, entregou, finalmente, na manhã do dia 25, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela (TAFM), uma providência cautelar para reabertura do bloco de partos do hospital de Chaves.
*
Mais uma vez, o autarca, atira a culpa do encerramento da Maternidade para os outros, escamoteando a sua cota de responsabilidade.
*
O autarca flaviense sustenta que a medida visa o cumprimento do despacho do Ministério da Saúde quando relatava que só haveria lugar ao encerramento da maternidade de Chaves, depois de melhoradas as acessibilidades. Para o edil, apesar de concluída a A24, entre Vila Real e Chaves, algumas localidades de concelhos vizinhos abrangidos pela unidade de saúde flaviense não viram ser melhorados os acessos e "existem pessoas que estão a cerca de três horas de Vila Real".
*
Apesar da extemporaneidade da Providência Cautelar, diz, o Sr. João Batista, confiar numa decisão favorável do TAFM mesmo tendo em conta que as restantes providências cautelares, apresentadas por municípios afectados com o fecho de maternidades, nunca deram lugar à reabertura dos blocos de parto.
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O Flaviense”, permite-se transcrever o do dia 4/01/2008
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Bocas Verrinos(s)as
A Dormir de pé e às aranhas!!!
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"É certo que o caso, como quase todos, pode ser visto por outro prisma. Ou seja, que mais vale tarde do que nunca. À boa maneira portuguesa, há sempre um dito popular para salvar a honra do convento. Mas lá que custa a entender uma reacção tão tardia lá isso custa. Dá ideia de desnorte, insegurança e falta de estratégia. E não está em causa o ser contra ou favor. Está em causa a firmeza e a convicção nas posições que se tomam. "
publicado por Flaviense às 12:43
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Bebé nasce em ambulância na A-24

A face mais visível do ataque cerrado que Correia de Campos desferiu contra o Serviço Nacional de Saúde e a sua qualidade está à vista de todos. Mulheres a darem à luz pelas estradas de Portugal.
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Francisco, assim se chama o bebé, nasceu ao final da tarde do dia 02-02-2008 numa ambulância do INEM na auto-estrada que liga Chaves a Vila Real.
A mãe, que chegou a estar internada no Hospital de Vila Real, acusa o médico de lhe ter dado alta por “não haver camas disponíveis”.
As horas que antecederam o nascimento foram no entanto complicadas.
Tendo começado a ter contracções durante a madrugada, a parturiente, foi imediatamente transportada para o Hospital de Vila Real onde ficou internada.
Por volta das 10:00 da manhã, João Ferreira, pai da criança recebe, espantado, um telefonema da esposa a dizer-lhe que o médico que entrou de turno ás 08:00 da manhã lhe deu alta.
*
O médico terá alegado que não havia camas para que a grávida pudesse ficar internada no Centro Hospitalar Vila Real.
Mesmo com dores a esposa de João Ferreira teve de voltar para casa.
*
Cerca das 19:00 horas, foi levada novamente ao Hospital de Chaves que a encaminhou de novo para Vila Real, tendo o bebé nascido na A24 a cerca de 15 minutos do Centro Hospitalar Vila Real/Peso da Régua. O Francisco acabou por vir ao mudo, durante o vaivém entre Chaves e Vila Real, tendo a parturiente sido assistida por 1 médico e 1 enfermeiro do INEM.
*

PRIMEIRO JORNAL

Edição de 03-02-08 Apresentação de Fernanda de Oliveira Ribeiro

*

Por tudo isto, João Ferreira e os Flavienses questionam as condições do Hospital de Vila Real como contrapartida ao encerramento do Bloco de Partos do Hospital de Chaves.

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Lembramos que o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, Carlos Vaz, garantiu que esta instituição estava preparada para receber com "segurança e eficácia" um aumento do número de partos.

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Segundo a (ARS), o encerramento do bloco de partos de Chaves ocorreu depois de estarem Garantidas as Condições de acessibilidades e de Serviços Pré-Hospitalares Prometidos.

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Com o encerramento do bloco de partos de Chaves, o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro passou a dispor apenas um bloco de partos, instalado no Hospital de Vila Real. O centro hospitalar agrega os hospitais de Vila Real, Chaves, Peso da Régua, e Lamego.

*

Os Flavienses esperam um esclarecimento da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, para a «Falta de Camas» que existe no Hospital de Vila Real. Os Flavienses questionam, igualmente, o presidente da Câmara de Chaves, o social-democrata João Baptista, se como afirmou à Lusa e em declarações a TSF, a providência cautelar prometida para “logo nos primeiros dias de 2008”, posteriormente adiada para o dia 28 de Janeiro de 2008, já deu entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela, ou se esta promessa não passou de uma “Manobra de Diversão”?

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publicado por Flaviense às 13:11
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