Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

José Sócrates em Chaves

publicado por Flaviense às 19:36
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Azenha do Agapito

Rio Tâmega década dos anos 50. Azenha com rodas verticais.

 

 
É comum fazer-se referência as azenhas, para definir moinhos de água, no entanto a variedade existente, relacionada com esta força motriz, é grande.
 
Azenha do Agapito” é o nome pelo qual os Flavienses conhecem a azenha que, durante muitos anos, forneceu energia eléctrica à vila de Chaves.
 
Foi a família dos chamados «Agapitos» que a instalou no Rio Tâmega, já perto de Curalha.
 

 
O seu abandono fez com que esta azenha fosse esquecida no tempo e a sua estrutura entregue à natureza.
 

Roda vertical “devorada” pela vegetação.
 

 

 

 
Com o Programa Polis, a Azenha do Agapito, devia ser restaurada, retomando uma nova fase da sua vida, não com intuitos saudosistas, mas, muito pelo contrário, integrando o novo Parque da Cidade, com o objectivo de mostrar aos mais novos como foi possível e desejável o aproveitamento de uma fonte de energia não poluente, gratuita e inesgotável.
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publicado por Flaviense às 01:52
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Nova Ponte Pedonal

 

Ponte Pedonal “atirantada” – Chaves

 

 

Ponte pedonal cuja construção segue em bom ritmo.

 

 
A ponte vai permitir a circulação a pé, (de bicicleta?) e a utilização por utentes de mobilidade reduzida, pela existência de rampas além do acesso por escadaria.*
 
 

 
A obra pode ser caracterizada por um tabuleiro suspenso por dois tirantes metálicos desde o centro do tabuleiro, que é constituído por 3 elementos pré-fabricados, até ao mastro inclinado, composto por dois elementos que configuram o sistema de amarração.
 
Desconhece-se a tipologia do pavimento que vai ser colocado.
 

 
A execução da infra-estrutura metálica e (2) tirantes de suspensão central, que objectivam a substituição dos apoios intermédios.
 
 

 
As duas armações (pilares) em ferro que se encontram no leito do rio, serviram apenas para suporte e montagem das três secções do tabuleiro metálico.
 
 

 
Com a colocação dos tirantes de suporte, o tabuleiro metálico deixou de estar assente sobre os mesmos. Serão retiradas brevemente.
 

 
Do tabuleiro, da nova Ponte Pedonal, podemos enxergar uma inovadora visão da Ponte Romana de Trajano.
 

 

publicado por Flaviense às 23:08
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Domingo, 24 de Agosto de 2008

Cartaz do Dia

Um Conselho ao Município do Concelho de Chaves

 

 
O Conterrâneo Carlos Alves faz uma pergunta, sobre o “Cartaz” colocado na entrada da Ponte Romana de Trajano, que «O Flaviense» endossa para o Município .
 
Esta do "Conselho" de Chaves não lembra ao diabo.
Foi a Câmara que escreveu ou pediram aos de Lisboa?
 
De qualquer modo, “O Flaviense” dá um “Conselho” à ENTIDADE RESPONSÁVEL: Município do Concelho de Chaves.
Sr. João Batista, (ex-professor de Português), mande corrigir a ortografia do malfadado “Cartaz”.
 
publicado por Flaviense às 23:58
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Depois de XIX Séculos, finalmente Pedonal

Ponte Romana de Chaves destinada apenas a peões

 

 
A “corajosa” decisão está tomada. A Ponte Romana vai ficar sem trânsito.
 
Em conferência de imprensa, o presidente da Câmara de Chaves, João Batista, anunciou, hoje dia 19 de Agosto de 2008, que a Ponte Romana de Chaves será exclusivamente destinada a peões.
 
O parecer solicitado ao Ministério da Cultura pela autarquia também aconselhou a Pedonalização da Ponte Romana de Trajano, tendo em conta a "elevada qualidade arquitectónica e patrimonial" e para "melhor ser usufruída, a exemplo de outros monumentos semelhantes existentes na Europa".
 
Os factores que mais pesaram na decisão da autarquia para encerrar a Ponte Romana ao trânsito foram «fundamentalmente» questões de segurança.
 
De acordo com o presidente da Câmara, João Baptista, o relatório técnico da obra, executado pelos serviços técnicos da autarquia e entregue no passado dia 8, patenteou situações que, a manter-se o trânsito, poderiam pôr em causa a segurança e preservação da Ponte de Trajano.
 
João Batista, explicou as razoes que o levaram a tomar esta decisão.
 

Uma delas prende-se com "fragilidades" detectadas em 4 arcos da ponte, na margem direita. Fragilidade essa que, segundo o autarca, poderá ser minimizada "se não houver vibrações derivadas do trânsito automóvel".

 

 

 

 
Além disso, João Batista revelou que a irregularidade da base do piso da Ponte, "não prevista antes da obra", faz com que a capacidade de carga do piso seja menor. «Ao retirarmos as conduta de água e substituirmos as condutas de saneamento, existentes na Ponte Romana desde o inicio do século XX, viemos a verificar que quando da sua colocação, houve uma intervenção que feriu a estrutura fundamental dos arcos da ponte, sobretudo na margem direita, já fora do leito do rio».
 
João Baptista acrescentou que «verificada essa fragilidade, em função de não querer aumentar essa fragilidade», foi decidida a «não utilização do trânsito automóvel na ponte».
 
A «Fragilidade» e «Anomalias observadas» já tinham sido postas em destaque, no dia 24 de Junho, por este “Blog”, no artigo «Ponte Romana – que futuro?», que alertava para «O risco de Colapso da Ponte Romana ser elevado».
 
Celebro, que a minha chamada de atenção, tenha sido tida em conta, pelos serviços técnicos da autarquia.
 
A intervenção na Ponte Romana, segundo João Batista, custou 315 mil euros, e consistiu na retirada da conduta de água que estava presa na estrutura, na colocação de um novo lajeamento e colocação de novo mobiliário urbano como floreiras e pilares de condicionamento do trânsito.
 
De acordo com João Batista, na reunião de câmara da próxima quinta-feira o executivo vai apresentar uma alternativa à ponte, para ligar o centro histórico à zona da Madalena, a qual passa pela construção de dois arruamentos entre a rotunda do “Rajado” e o centro do Bairro da Madalena.
 
Manter a Ponte Romana rodoviária seria um Erro Histórico!
 
Estamos todos de Parabéns.
 
publicado por Flaviense às 23:50
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Construção da Ponte Pedonal em Chaves.

Ponte pedonal sobre o Tâmega

 

 
Esta a decorrer a construção da Ponte Pedonal sobre o Tâmega, que atravessa a cidade de Chaves. A sua construção, foi entregue ao consórcio formado pelas empresas “Arlindo Correia & Filhos, S.A e Avelino Farinha & Agrela, S.A”, por cerca de 938 mil euros, prevendo-se a sua execução no prazo de oito meses.
 

 
A Ponte Pedonal (P) sobre o Rio Tâmega, que fica localizada a 260 metros a jusante da Ponte Romana (R), é financiada pelo Polis, através do Programa Operacional Ambiente, e pretende estabelecer a ligação entre o Jardim do Tabolado, na margem direita do rio Tâmega, com a futura zona verde marginal da Madalena, na margem esquerda, área poente do Jardim Público.
 
Esta obra, segundo o autarca João Baptista, proporcionará a aproximação dos residentes da margem direita e esquerda da nossa cidade, criando assim mais convívio e dinamizando também o Jardim Público”.
 
Conforme assegura o “Comunicado” da direcção da ACISAT, proveniente da reunião realizada no dia 30 de Julho de 2008, “Também a construção da ponte pedonal, a cerca de 100 metros a jusante da ponte Romana, será um valioso contributo para a utilização racional da Ponte Romana como elemento privilegiado de ligação do centro urbano de Chaves”.
 
Contrarias são as opiniões dos habitantes de Chaves, ao afirmar que esta “Ponte Pedonal” irá ter um efeito de “desvitalização”, retirando pessoas do Bairro da Madalena, ao proporcionar um considerável “atalho” entre o Centro da Cidade e o Supermercado “E.Leclerc”, que se verá beneficiado, em detrimento do pequeno Comercio .
Este efeito de “desvitalização” será particularmente mais acentuado com o perigo que suporá a passagem de peões, através da Ponte Romana, se esta passar a ter trânsito automóvel.
 
Pelos vistos, este facto, não parece preocupar a “ACISAT”, ultimamente, tão preocupada em “defender” os interesses do Comércio local.
 
 

 
O projecto de recuperação das margens do Tâmega, em Chaves, que ficarão ligadas com a nova Ponte Pedonal (B), só deverá ficar concluído em finais de 2008, mais de dois anos depois do previsto.
 
A obra integra o Programa Polis de Chaves que foi lançada em Janeiro de 2002, pelo então ministro do Ambiente, José Sócrates. As previsões iniciais apontavam para que o projecto estivesse concluído em Junho de 2006.
 
Com um orçamento inicial de 25 milhões de euros, o “Polis de Chaves” foi "reajustado" e o investimento desceu para 20 milhões, o que levou a que vários projectos fossem retirados do programa.
 
 
publicado por Flaviense às 23:28
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

“O FLAVIENSE” Noutras Publicações

 
O "Boletim Municipal" -  N.º 33 do Município de Chaves – Agosto de 2008, para ilustrar a Noticia  “Homenagem a Humberto Delgado”  da página 5, Pescou a Fotografia de O Flaviense.  [link]
 
 

O “LAI LAI LÁI LAI LAI” passou a constar da lista de “Blogs Amigos”.

 

publicado por Flaviense às 23:45
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Pintura ao Ar Livre

“PINTORES EM VILAS BOAS” – II JORNADAS CULTURAIS
 
Dia 20 de Julho (domingo), terá lugar em Vilas Boas – Vidago (aldeia situada a 12 km de Chaves), as II Jornadas Culturais – “PINTURA AO AR LIVRE”.
 
Como na edição do passado ano, a “Tamagani - Associação de Artistas Plásticos do Alto Tâmega e Val de Monterrei” em colaboração com a “Associação Desportiva e Cultural dos Amigos de Vilas Boas”, organizam este original evento que este ano contempla a atribuição de prémios para os Artistas Plásticos participantes e que vão pintar a aldeia e os seus habitantes.
 
Participarão no “Prémio de Pintura ao Ar Livre”, Artistas Plásticos residentes em Portugal e na Galiza.
 
As obras a criar terão como referência temática a Aldeia de Vilas Boas e os seus habitantes.
 

 
«A “Tamagani”, nasceu para defender, promover, divulgar e valorizar os interesses colectivos, profissionais e culturais dos Artistas Plásticos do Alto Tâmega e Val de Monterrei. »

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publicado por Flaviense às 22:36
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Domingo, 13 de Julho de 2008

O Temeroso Referendo Local Flaviense

 

Afinal, quem tem medo do Povo?
 
A "polémica" sobre o “Referendo” e o "Estado da Ponte Romana de Trajano", na última Assembleia Municipal, exibiu involuntariamente o município como ele é: a pobreza intelectual, a mesquinhez da deliberação, a barbaridade política da coligação PSD/PCP (CDU).
 
A maioria PSD/PCP chumbou, sem apelo nem agravo, a proposta de realização do “Referendo local”, impedindo os Flavienses de se pronunciar sobre a “Pedonalização da Ponte Romana de Trajano”. Perderam uma grande oportunidade para demonstrar que não têm medo da voz do Povo e revelaram falta de maturidade democrática.
 
Percebendo-se a envolvência estrutural dos partidos, que desacreditam a politica porque agem sempre em função da estratégia partidária mesmo que em detrimento dos interesses das populações, não podemos ser ingénuos, politicamente falando, e "engolir o isco" do ardiloso jogo de conveniências.
 
Pergunta-se ao PSD e ao PCP/CDU se ouviram os seus eleitores?
 
Quem tem medo de referendos locais?
Segundo o art.º 240.º da Constituição, as "autarquias locais podem submeter a referendo dos respectivos cidadãos eleitores matérias incluídas nas competências dos seus órgãos (...)".
 
Vital Moreira, propugnou a instituição de situações de referendo obrigatório quanto a decisões de mais marcante relevância, como a relativa à aprovação dos planos directores municipais ou de “…certas grandes decisões e obras de maior impacto local…”, parecendo querer aqui abranger os por vezes questionados “POLIS”.
 

 
Há símbolos em Chaves que transcendem o mero significado patrimonial e financeiro para os seus cidadãos. São emblemas da alma local, evocações permanentes de memórias colectivas, cujo destino deve acrescentar e não subtrair à identidade dos locais e das populações.
É o caso da Ponte Romana de Trajano. Por isso parece que a melhor maneira de assegurar essa continuidade seria dar a voz aos cidadãos.
 
É evidente que a Câmara Municipal não actuou no devido tempo e com os poderes que lhe são conferidos pela legislação, porque não lhe interessou politicamente.
 
Descrê da efectiva capacidade de o cidadão comum intervir directa e independentemente, não sujeito a quaisquer grupos de pressão, designadamente no limitado âmbito local, na governação da sua comunidade.
 
Não ao Referendo Popular, não vá o diabo tecê-las. Seja como for, o Partido Comunista (CDU), partido tão progressista, ao contrário do que reclama em outras circunstâncias e matérias, parece não querer que se toque no assunto.
 
Face à inércia de quem tem poderes para tal, importou ajudar os nossos políticos locais no sentido de tomarem as diligências necessárias para que as boas intenções passem a actos.
 
Sob iniciativa popular, que não por efeito de acto administrativo das próprias autoridades autárquicas, fê-lo um grupo de Flavienses, constituído em parte pela blogosfera flaviense aderente.
 
No passado dia 8 de Julho (feriado Municipal), terminou a “SONDAGEM”, feita através da Internet, em que era feita a seguinte Pergunta:
 
Concorda que a Ponte Romana passe a ter utilização unicamente pedonal?
 

 
O Nível de participação foi elevado, com o Total de 5.085 Votos assim repartidos:
 
Sim – 82% (4.169 Votos); Não – 17% (864 Votos); Sem Opinião – 1% (52 Votos).
 
Os resultados foram suficientemente expressivos e elucidativos.
Por isso, não é aceitável que os Flavienses sejam menorizados.
 
Enquanto cidadão Flaviense, atento e interessado por tudo o que diz respeito a Cidade de Chaves, considero que o surgimento deste movimento pode e deve ser um momento de viragem na forma como os Cidadãos do nosso Concelho vão passar a intervir e a agir naquilo que afinal nos afecta a todos.
 
Inquérito de Rua
 
Trânsito na Ponte Romana – Sim ou Não?
 
 

 
Concorda que a Ponte Romana de Chaves seja encerrada ao trânsito automóvel?
 
«Sim dá muito jeito (para ir ao barbeiro cortar o cabelo e deixar o carro a porta). As pessoas em vez de virem pela “Ponte Nova” vem pela Ponte Romana, não é? Escusam de ir dar a volta a “Ponte de S. Roque”.»
 
«O presidente de Chaves disse que abria ao trânsito, então acreditamos nele e estamos a espera cabra
 
«Quando precisar-mos de ir a farmácia, como fazemos? Vamos a pé? Não pode ser
 

 
Os dirigentes da “ACISAT”, parece que acordaram da profunda letargia em que têm andado imersos. Com o fim de “emitir um parecer sobre a utilização da Ponte Romana”, procederam nos últimos dias a um “INQUÉRITO” ao Comércio local.
Mas, estranhamente, até ao dia de hoje, ainda não apareceram para recolher os inquéritos distribuídos!
Este «Parecer» será (Comercial), não interessando para nada o estado de segurança do Monumento. A “ACISAT” não lhe interessa a Cultura.
 
Algum dia, tudo vai cair. Entretanto, cabe a todos nós, incluindo Autarquia e partidos políticos, utilizando os conhecimentos técnicos disponíveis, garantir para que o momento do colapso seja um evento distante, através de concepções, manutenções e opções adequadas.
 
Nesse dia a imprensa local noticiara, sob o sugestivo e irónico título - “Temporal derrubou a Ponte Romana”.
 
Será atribuído o colapso à esfarrapada desculpa da fatalidade da natureza como causa do trágico acontecimento.
Os partidos declararão que “São Pedrodeve ser intimado, processado e preso pelo ocorrido. E lamentarão a impunidade.
 
É, foi culpa da natureza sim! Da natureza da falta de manutenção. Da natureza dos descasos; da natureza das irresponsabilidades, da natureza de como são aplicados os dinheiros públicos; da natureza do desleixo, da natureza dos políticos autárquicos, da natureza dos interesses económicos e político-partidários.
 

*
Há quanto tempo esta importante Ponte Romana está a espera da corajosadecisão de ser tornadaPedonal”?
*
É uma importante decisão, que estou ciente, interpreta correctamente o sentimento da população Flaviense.
*
Duas notas finais, Sr. Presidente e Srs. deputados Municipais do bloco PSD/PCP, se é verdade que a esmagadora maioria dos Flavienses é a favor da “Pedonalização da Ponte Romana de Trajano”, não se entende que haja alguém que receie ouvir os Flavienses.
De que é que têm medo?
*
Não tenham medo da voz do povo nem tenham a sobranceria de julgar que o povo não sabe pensar ou decidir, senão também penso que não sabem como foram eleitos.
*
Em Chaves a democracia participativa é uma brincadeira?
*
Os Flavienses precisam de saber em quem estarão a votar nas próximas eleições Autárquicas.
*
publicado por Flaviense às 21:41
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

Sentir Chaves

Sessão Aberta e apartidária
 
O Partido Socialista de Chaves vai levar a cabo, a partir deste mês, uma iniciativa, a que deu o nome “Sentir Chaves”.
 
 

 
O primeiro debate será já na próxima segunda-feira, dia 14 de Julho, às 21h00 no auditório do “Gatat”, e o tema será, “O papel da imprensa no desenvolvimento regional”.
 
Terá como moderador, Luís Mendonça da Rádio Universidade.
 
Estarão presentes representantes da comunicação local e regional, (Paulo Chaves – A Voz de Chaves, Rui Castro Lopo – Noticias de Chaves e Margarida Luzio – Semanário Transmontano), assim como outros de cariz Nacional (Manuela Carneiro – SIC, Lígia Marta –TVI, José Vinha – Jornal de Noticias).
 
Apesar de ser uma iniciativa do PS de Chaves, os encontros serão realizados em “ambiente de total independência partidária” e, por isso, abertos à participação de todas as pessoas de qualquer quadrante político.
 
Os Flavienses terão a oportunidade de expressar a suas opiniões, expor os seus anseios, preocupações e angústias, no sentido de, posteriormente, poder ser “traduzido” esse “sentir” em propostas concretas e numa “Intervenção mais profícua”.
Como o próprio nome o diz “Sentir Chaves”.
 
 
publicado por Flaviense às 23:25
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